Vamos a mais um post 'gravídico'? KKKKK pois é leitoras, eu sou totalmente ligada neste universo maravilhoso da maternidade e adoro compartilhar certas dicas para as minhas amigas barrigudas, e isto vem da minha enorme sede de informação quando eu estava grávida. Eu pesquisava, lia trilhões de matérias, mas sabe que depois esqueci tudo? São muitas informações, portanto gosto de fazer meus posts simples e CLAROS! Vamos ao assunto que interessa?
1 - Como vou saber que estou em trabalho de parto?
R: Acho que isso daí não dá pra errar! Apesar de muitas mulheres irem para o hospital com 5 cm de dilatação sem sequer sentir uma dor, mas quando a hora chega, seu corpo dá um jeito de avisar! Sua bolsa pode estourar, o tampão sair, sangue na calcinha, contrações regulares, vontade de fazer força, pressão intensa na vagina... Seja lá o que for! Mas pera que isso não é motivo pra você correr pra maternidade no primeiro sinal. Quando você notar que algo está diferente, a não ser que a sua maternidade seja a km de distância não precisa aloprar o parente ao lado ok? A minha experiência foi a seguinte: Eu tinha muitas contrações de treinamento, e desde o início do dia em que fui internada notei que elas estavam bem intensas, mas não me preocupei. Quando chegou a noite essas dores ficaram intensas e eu sentia bastante dor no final das costas. Quando dei por mim já estava choramingando de dor (nada que matasse, mas incomodava muito)... Levantei e comecei a caminhar (sem nenhum sentido), e a cada contração que vinha eu me curvava e sentia uma pressão vaginal. Pra falar a verdade eu nem sabia que aquilo era um trabalho de parto, mas aloprei os familiares pra me levarem pra maternidade (mentira, não aloprei, mas esse caso conto numa próxima). Chegando na maternidade eu ainda tinha 1 cm de dilatação, mas realmente estava em trabalho de parto prematuro. Vejamos, até meu bebê prematuro teve trabalho de parto e me deu sinal de que ia nascer, portanto não se preocupe, você vai saber quando chegar a sua hora!
2 - Como é o toque?
R: Quando você chega na maternidade, eles provavelmente farão o toque para analisar sua dilatação, colo do útero e trabalho de parto. Algumas gestantes já fazem o processo de toque nas últimas consultas pré-natal, outras não, mas é completamente normal. Vejo muita gente reclamando e dizendo que dói demais. Caras amigas, sinto-lhes informar que isso vai depender do profissional que fazer. Minha obstetra foi um amor, realmente muito delicada e não senti NADA. Pois bem, o toque é nada mais nada menos do que alguém enfiando o dedo na sua cavidade vaginal, eles costumam colocar 2 dedos ou mais, seguem a sua curva vaginal até chegar a "porta do seu útero" (mais conhecido como colo do útero). Neste momento fique atenta a seguinte informação: além da medida de sua dilatação, o profissional pode informar sobre a situação do seu colo do útero: se ele disser que está fino, ou apagado, quer dizer que está prestes a romper. Se não quer dizer que você ainda não está pronta para o parto, que consiste em te mandar de volta pra casa. No meu caso, apesar de apenas 1 cm de dilatação que tive ao chegar na maternidade, meu colo do útero estava 70% apagado (uma boa medida).
3 - Como são as contrações?
R: Bem, não é uma coisa fácil de se explicar, mas vamos lá! Se você já tem muitas contrações de treinamento já sabe mais ou menos a sensação; sua barriga endurece e dá uma pouco de nervoso! As contrações de trabalho de parto serão mais fortes que isso... Eu não entendo quando as pessoas falam que contração é a dor da cólica multiplicada por 100. O que eu senti não se parecia em nada! Das duas uma: ou minha cólica é diferente das outras pessoas ou minha contração não era de verdade haha... A minha experiência foi sentir a tal 'endurecida' na barriga, só que bem mais forte, por bem mais que segundos, uma leve vontade de fazer força e não chegava a doer de fato. Eu só me curvava porque parecia que endurecia tudo, e as costas doíam bastante com essa sensação de contrair. Eu me curvava, me abaixava tipo agachando sabe? É uma sensação ruim. Mas como meu parto foi trancado, então não senti por muito tempo. Sem falar que as contrações são bem cansativas. Um trabalho de parto verdadeiro deve ser mil vezes mais cansativos! Imagine seus músculos se contraindo o tempo todo. Dependendo de quantas horas o trabalho de parto durar, é como se você tivesse ficado de 12 a 24 horas malhando direto um só lugar! Oh glória! kkkk
4 - Como é a anestesia? (para caso de cesáreas)
R: Infelizmente só poderei relatar como foi a anestesia da cesárea, não sei como funciona no parto normal, aquela anestesia local na vagina e tudo mais... Mas enfim, pra ser bem sincera eu não sei qual o nome da anestesia que eu tomei! Não sei se foi a tal epidural ou raquidiana. Só sei que não dói NADA e que funciona muito rápido. Eles primeiro anestesiam com uma agulha finíssima o local para que você não sinta a verdadeira agulhada braba! A anestesia local você nem sente, fica geladinho. A agulhada verdadeira só vai dar uma esquentadinha e logo tudo vai começar a formigar, eu gostei da sensação. Lembro que na minha experiência estava bem difícil encontrar o ponto certo pra anestesiar, então o médico ficava roçando a agulha ENORME na minha coluna e eu sentia a raspada nos ossos! Ai você para e pensa: meu Deus, tá me assustando. Creia comigo, eu sou a pessoa mais cagona desse mundão e nem liguei! Era só incômodo aquela sensação sem dor alguma. Depois que ele achou o ponto certo, eles deitaram meu corpo rapidamente. Após a sensação de formigar, sobe um calor e falta de ar. Algumas mulheres enjoam, vomitam. Eu falei logo que tava sem ar e me colocaram no oxigênio. A gente MORRE de medo da anestesia, mas a dor de colocar o soro é bem maior do que a própria! rs
5 - E o que acontece durante - logo após o parto? (para caso de cesáreas)
R: Igualmente ao tópico anterior, farei o relato baseado na minha experiência com a cesárea. Pois bem, durante o parto eles provavelmente farão o uso de uma sonda urinária. Escuto muita reclamação em relação a isso, e não entendo o porque. Quando colocaram a minha sonda eu já estava anestesiada e não senti. E no dia seguinte, quando tiraram eu também não senti. Lembro da enfermeira só pedir pra eu respirar fundo, mas ela foi tão delicada que aquilo realmente não me incomodou nem um pouco. Foi bem rapidinho. A sonda é encaixada diretamente na sua uretra (por onde sai o xixi), pois durante e nem depois do parto você vai poder levantar da cama pra urinar. Logo após o parto depois de costurada e limpinha, eles colocarão um absorvente GIGANTE e te levarão pro quarto. As enfermeiras virão, no máximo 1 hora depois trocar novamente o tal absorvente, que inacreditavelmente terá tanto sangue que você nunca viu na vida. Minha experiência teve uma parte tenebrosa (para uma mãe inexperiente). Na hora da troca do meu absorvente as enfermeiras olharam minha barriga e viram uma bolinha, tipo COMO? Nem eu sei como porque não tinha como ver kk! Daí elas apertaram a minha barriga e pluft, saiu uma bola enorme de sangue, chamada coágulo. Eu sentia sair (mesmo ainda com anestesia), era bem estranho, parecia um órgão! A apertada na barriga deu uma leve doída, mas coisa de segundo mesmo.
Bom minhas amigas, quero lembrar que esse post foi baseado na minha experiência, e em algumas dúvidas que eu tinha a respeito do tema PARTO. Se vocês tiverem alguma dúvida ou sugestão, peço que me enviem preferencialmente pelo ask.fm (você encontra ao lado direito do visor). A Tia Anna tá aqui pra desvendar os mistérios! haha
Espero que tenham gostado, Beijos, Anna Coutinho.
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29 maio 2013
10 março 2013
6
Melancolia pós-parto... Ai tristezinha!
9 meses de expectativa - pra umas menos tempo, como eu, mas enfim, a gente espera longos meses pra chegada do nosso pequeno bebê, e com todo o amor que sentimos durante a gestação imaginamos e fantasiamos que quando ele vier trará a maior felicidade do mundo. E trás! Mas calma, não precisa ser tão rápido como a gente quer...
Pois é, nosso pequeninho bebê nasce e de repente, CABUM! A ficha caiu, sou mãe! É inexplicável o sentimento que dá, aliás, um misto de sentimentos. Além da alegria e do amor que sonhamos, a gente também fica triste. E por que? Bem, durante o parto a mulher e o bebê sofrem uma separação muito grande; não digo somente a separação corporal, emocional também. Você gerou, carregou e alimentou aquele ser durante muito tempo, e apesar de se preparar o tempo todo pra essa separação, você não imagina o quanto ela é dolorosa. É difícil pro nosso psicológico entender que agora os dois não são uma coisa só e que qualquer um que chegar pode pegar seu bebê no colo, e levar pra longe de você. Grande parte dessa tristeza também acontece pela alteração hormonal do seu corpo, afinal, está tudo voltando ao seu devido lugar. Pois bem, chegamos em casa e bate o desespero: E agora? Será que vou conseguir dar conta? Será que serei boa mãe? O que eu faço? Essa série de dúvidas segue de muito cansaço. E nessas horas o mais importante é ter ajuda; eu sei que a gente sempre tem vontade de fazer tudo sozinha pra provar pra nós mesmas que conseguimos, mas não é bem assim. A gente precisa de ajuda sim! O pior de tudo é que as coisas ao nosso redor colaboram pra isso... Nos primeiros dias também passamos pelos 'probleminhas da amamentação', e nos questionamos se o nosso leite é suficiente, se é fraco ou não... Mas a boa notícia é que isso passa! A tal tristezinha aparece depois de uns 3 dias após o parto e costuma desaparecer depois de 3 semanas, se persistir o ideal é consultar um especialista. Eu tive essa melancolia, e o que mais queria era chorar ao lado da minha mãe... Chorava por tudo e também ficava irritada com qualquer coisa, principalmente com o Thiago (como contei no post sobre o relacionamento do casal pós Alice). E o melhor de tudo (ironia) é que independente de você estar consciente ou não sobre a tal da melancolia, você vai ignorar, esquecer e simplesmente querer se debulhar em lágrimas.
Outras informações:
Não se preocupe se você não amar o seu filho de cara, isso é normal e não deve ser confundida com depressão pós-parto. Não precisa forçar. Ás vezes o impacto do nascimento é enorme, e uma nova pessoinha tão importante em nossas vidas pode causar certa 'estranheza' da nossa parte.
Se você está passando por isso, não se preocupe, a tristeza passa. Porém se você sentir que está passando de uma simples insegurança e mal estar, se isso te afeta a ponto de não conseguir cuidar de você e do bebê, procure imediatamente uma ajuda médica, seja do seu obstetra ou do próprio pediatra, pois eles saberão te orientar melhor. Não tenha vergonha ou medo de pedir ajuda a alguém, tanto na ajuda com o bebê, quanto a si mesma.
Espero que vocês tenham gostado desse post informativo! Era pra ter saído ontem, porém o computador fez questão de não salvar e eu tive que reescrever tudo =/ Beijos para todas!
Pois é, nosso pequeninho bebê nasce e de repente, CABUM! A ficha caiu, sou mãe! É inexplicável o sentimento que dá, aliás, um misto de sentimentos. Além da alegria e do amor que sonhamos, a gente também fica triste. E por que? Bem, durante o parto a mulher e o bebê sofrem uma separação muito grande; não digo somente a separação corporal, emocional também. Você gerou, carregou e alimentou aquele ser durante muito tempo, e apesar de se preparar o tempo todo pra essa separação, você não imagina o quanto ela é dolorosa. É difícil pro nosso psicológico entender que agora os dois não são uma coisa só e que qualquer um que chegar pode pegar seu bebê no colo, e levar pra longe de você. Grande parte dessa tristeza também acontece pela alteração hormonal do seu corpo, afinal, está tudo voltando ao seu devido lugar. Pois bem, chegamos em casa e bate o desespero: E agora? Será que vou conseguir dar conta? Será que serei boa mãe? O que eu faço? Essa série de dúvidas segue de muito cansaço. E nessas horas o mais importante é ter ajuda; eu sei que a gente sempre tem vontade de fazer tudo sozinha pra provar pra nós mesmas que conseguimos, mas não é bem assim. A gente precisa de ajuda sim! O pior de tudo é que as coisas ao nosso redor colaboram pra isso... Nos primeiros dias também passamos pelos 'probleminhas da amamentação', e nos questionamos se o nosso leite é suficiente, se é fraco ou não... Mas a boa notícia é que isso passa! A tal tristezinha aparece depois de uns 3 dias após o parto e costuma desaparecer depois de 3 semanas, se persistir o ideal é consultar um especialista. Eu tive essa melancolia, e o que mais queria era chorar ao lado da minha mãe... Chorava por tudo e também ficava irritada com qualquer coisa, principalmente com o Thiago (como contei no post sobre o relacionamento do casal pós Alice). E o melhor de tudo (
Outras informações:
Não se preocupe se você não amar o seu filho de cara, isso é normal e não deve ser confundida com depressão pós-parto. Não precisa forçar. Ás vezes o impacto do nascimento é enorme, e uma nova pessoinha tão importante em nossas vidas pode causar certa 'estranheza' da nossa parte.
Se você está passando por isso, não se preocupe, a tristeza passa. Porém se você sentir que está passando de uma simples insegurança e mal estar, se isso te afeta a ponto de não conseguir cuidar de você e do bebê, procure imediatamente uma ajuda médica, seja do seu obstetra ou do próprio pediatra, pois eles saberão te orientar melhor. Não tenha vergonha ou medo de pedir ajuda a alguém, tanto na ajuda com o bebê, quanto a si mesma.
Espero que vocês tenham gostado desse post informativo! Era pra ter saído ontem, porém o computador fez questão de não salvar e eu tive que reescrever tudo =/ Beijos para todas!
04 março 2013
16
Como fica a vida do casal - a chegada da Alice.
Bem, arrumei um tempo pra vir postar pra vocês, alguém no ask pediu esse tema e eu tô aqui pra contar pra vocês ;)
Bem, quando eu e Thiago estávamos grávidos - e namorados, afinal hoje moramos juntos e tudo é bem diferente; mesmo com a Alice na barriga era só nós dois. Costumávamos sair juntos, pegar um cinema, namorar, namorar e namorar. Quando digo namorar incluo fazer amor com mais constância (Thiago não me mate ao ler esse post, lembra que é pra ajudar outras meninas!). Enfim, na gravidez enfrentamos algumas barras juntos, afinal, a gravidez é cheia de altos e baixos emocionais, então eu sempre estava muito sensível precisando de atenção e ele tinha que se rebolar pra conciliar os estudos e a mim. Mas apesar de tudo ele sempre foi maravilhoso, atencioso, carinhoso... Ele dormia na minha casa nos finais de semana, nós curtíamos a barriga juntos e imaginávamos como seria quando nossa princesa chegasse. Pois bem, eis que 6 meses atrás a Alice nasce (ai que emoção, nossa felicidade está completa). Pra quem me lê desde o princípio sabe que meu pós-parto foi uma droga, que sofri muito, tive "melancolia pós-parto" (fico devendo um post explicando isso, é um assunto interessante), eu chorava muito tanto de dor quanto a todo o meu emocional abalado, chorava por conta da amamentação... Sem falar que nos primeiros dias o seu corpo ainda tá regulando a quantidade de hormônios o que me levou a ser uma bruxa, principalmente com o meu príncipe, coitado gente! Tratei ele tão mal, mas tão mal! Eu sabia que estava fazendo isso mas não conseguia controlar. Quem tá no final da gestação tendo ataques de louca sabe do que eu estou falando. Enfim, nesse período muitos homens tendem a querer a separação, quem vai querer uma louca do lado? A maioria não entende por quantas coisas a mulher está passando e acha que ela não o ama mais, ou sei lá o que se passa na cabeça deles. Além de tudo ainda tem o resguardo, pra mim foram 40 dias, e eu respeitei a risca. Tudo ok, no 40° dia, certinho nós já tivemos a primeira relação, que foi um pouco complicada pois o medo de que os pontos rasgassem, senti um pouco de dor também, a Alice estava dormindo no berço, e caramba, nessas condições não é muito legal! Pois é, daí pra frente começa uma maratona por recuperar uma vida amorosa, tanto emocional quanto sexual. É complicado. Um bebê recém nascido toma muito o seu tempo. Te deixa cansada, ele acorda umas 3 vezes na madrugada, durante o dia te suga feito um bezerrinho, você recebe umas trocentas visitas que não te deixam descansar de tarde, e vamos combinar, a gente não fica nada glamurosa depois de ganhar um bebê, só em vida de artista de tv mesmo, você cospe o bebê pra fora e no dia seguinte já emagreceu tudo e tá usando seu vestido Channel tamanho 34 com um salto Christian Loubotinni nos pés. Eu fiquei uma droga. Engordei 11 kg e depois do parto acho que emagreci uns 7 kg, o resto perdi com o tempo. Meu cabelo tava uma droga. Minha barriga de cesárea tava uma droga. Meu colo e costas tinham marcas de espinha horrorosas que adquiri na gravidez. Meus pés e pernas incharam tanto que pareciam um pilão. Enfim, pra falar a verdade só fui ficar gatinha depois dos 3 meses da Alice. Voltando ao foco principal, a nossa relação, graças a Deus na questão emocional foi bem mais tranquilo. O Thiago é muito compreensivo e paciente, carinhoso, e enfim, realmente a nossa felicidade se completou com a chegada do bebê. Trocamos nossos assuntos bobos por sms com: "Trás o leite, a pomada e um absorvente pra mim, te amo.", e por aí vai. A vida de casado é boa sabe, você tem que ter muita malemolência pra aprender a conviver com alguém diferente de você, com defeitos e tudo mais. Às vezes deixamos a Alice por 40 minutos com a minha mãe e vamos comer um salgado na rua, isso não é romântico, mas pelo menos estamos à sós, e isso basta, já é saudável pro nosso relacionamento. Também fazemos passeio em família, só nós três, vamos no shopping e gastamos todo o dinheiro comprando besteira pra Alice. No nosso aniversário de namoro de 1 ano fizemos toda uma programação especial, eu ganhei uns 500 presentes, jantamos e dormimos fora. Foi o máximo de programa super a dois romântico que fizemos. E sobre a nossa vida sexual, logicamente não vou expor aqui falando a frequência de vezes que fazemos kkkkkkkk mas poso revelar que logicamente não é a mesma coisa de antes, afinal, sempre rola um cansaço básico, ainda mais com o Thiago trabalhando, mas jamais deixamos a chama do amor apagar. Enfim, então mamães e papais grávidos, aproveitem em quanto é tempo pra fazer tudo o que quiserem juntos pois a vida a 3 não é nada fácil, mas é MARAVILHOSA, depois que a gente experimenta não consegue imaginar a vida como antes. Espero que vocês gostem desse post e consigam absorver um pouco as minhas informações não informatizadas, pois não tenho permissão pra expor completamente esse assunto =/ Beijos e até mais!
Bem, quando eu e Thiago estávamos grávidos - e namorados, afinal hoje moramos juntos e tudo é bem diferente; mesmo com a Alice na barriga era só nós dois. Costumávamos sair juntos, pegar um cinema, namorar, namorar e namorar. Quando digo namorar incluo fazer amor com mais constância (Thiago não me mate ao ler esse post, lembra que é pra ajudar outras meninas!). Enfim, na gravidez enfrentamos algumas barras juntos, afinal, a gravidez é cheia de altos e baixos emocionais, então eu sempre estava muito sensível precisando de atenção e ele tinha que se rebolar pra conciliar os estudos e a mim. Mas apesar de tudo ele sempre foi maravilhoso, atencioso, carinhoso... Ele dormia na minha casa nos finais de semana, nós curtíamos a barriga juntos e imaginávamos como seria quando nossa princesa chegasse. Pois bem, eis que 6 meses atrás a Alice nasce (
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| Saindo pro cinema ;) clique para ampliar |
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| No nosso aniversário de namoro, 1 ano juntos, te amo amor! |
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| Jamais deixe o romance ir embora e a chama se apagar. |
29 novembro 2012
2
O meu pós-parto.
Depois de tantos meses de espera, enfim acontece o parto! Pra algumas é marcado, pra outras é quando o bebê decide vir ao mundo. Meu parto foi cesária, mas não por escolha minha. Eu queria muito parto normal, porque sabia que sentiria muita dor na hora, mas depois iria passar e a recuperação era bem mais rápida. Mas tive que passar pela cesária e encarar uma dolorosa recuperação. Sim, pra mim foi terrível! Mas isso é diferente pra cada mulher... Após o parto eu falei a beça e sofri horrores com dor de gases ainda na maternidade. Pra levantar da cama no dia seguinte pra tomar banho foi tipo filme de terror. Depois que cheguei em casa era um horror pra sentar, deitar, levantar, ir ao banheiro, qualquer coisa que eu fazia era doído demais. Passei 16 dias com muita dificuldade até tirar os pontos... Depois deu uma boa aliviada, mas só fui retomar minha vida mesmo (tipo andar normal sem ser uma mulher parida) depois de 30 dias. Graças a Deus meus pontos não inflamaram, não deram nenhum problema. Sangrei praticamente os 40 dias, mas logicamente com ciclos diferentes; primeiro vem aquela sangueira toda, parece até que te assassinaram kkk, depois vai diminuindo até voltar ao muco vaginal normal e límpido. Lembrem-se que é diferente com cada mulher, não quero fazer terrorismo com ninguém haha... Amanhã venho contar sobre a amamentação. Beijos!
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